RE/MAX na Mídia


Setembro.2011 | Conteúdo Editora | Lucros na Paisagem* | Visitar o site

O setor imobiliário continua em plena ascensão no Brasil. Apesar das especulações sobre uma possível bolha, especialistas afirmam que o segmento é promissor e gera oportunidades, especialmente, para as empresas francesas interessadas em investir ou ampliar sua presença nesse mercado

Em 2010 - ano em que vários setores da economia superaram suas expectativas - o segmento imobiliário registrava um momento sem precedentes em sua história no Brasil. Mais de um milhão de casas e apartamentos foram financiados no período, duas vezes mais que em 2008. Em média, um novo prédio leva cerca de quatro meses para ser vendido em sua totalidade nas principais cidades do país. O que ninguém esperava, no entanto, é que esse mercado permaneceria aquecido em 2011. Os resultados comprovam o contrário. Até maio, os preços dos imóveis registraram um aumento de 26%, em locais como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre (RS), enquanto os usados, 24%, significando uma valorização mundial de 52%, segundo levantamento da Global PropertyGuide, realizado em 37 países, superado apenas por Hong Kong.

"Um fato é cert o setor imobiliário passou ileso à crise mundial e continua em ascensão devido à economia brasileira estável", avalia Pedro Candreva, diretor comercial da consultora Jones Lang LaSalle, ao mencionar que as poucas evasões observadas nesse período se referem a algumas multinacionais, que optaram por vender seus imóveis no país com o propósito de ampliar o caixa de suas matrizes. "O Brasil sempre foi um local oportuno, só faltava estabilidade para o segmento", completa. Uma vez superado esse obstáculo, o país virou sinônimo de bons investimentos.

Dados de pesquisas promovidas pela Jonnes Lang LaSalle - sobre o panorama global do setor imobiliário - comprovam que o Brasil se tornou um dos líderes em crescimento ao alcançar a posição de quinto mercado de investimentos em imóveis mais ativo do mundo no primeiro trimestre deste ano, superando a China. "Um resultado fenomenal, quando consideramos que, há apenas três anos, o país ocupava o trigésimo lugar no ranking mundial", explica o executivo. A ascensão mercadológica, somada à chegada de novos recursos estrangeiros, gerou também a adoção de um modelo com o qual o brasileiro ainda não está acostumad as redes de franquias imobiliárias.

Entre elas está a RE/MAX, que desembarcou no país em 2009 e começou a comercializar suas primeiras unidades em 2010. No primeiro ano, a meta de uma centena de lojas já foi superada, e a rede opera nacionalmente com mais de 600 corretores cadastrados. "Nos últimos quatro anos, o segmento cresceu de forma acelerada e conseguimos aproveitar parte da consolidação deste mercado", afirma Renato Teixeira, presidente da RE/MAX. Além da profissionalização, uma rede imobiliária tem alguns benefícios extras. Por exemplo, um cliente brasileiro pode pesquisar e comprar um imóvel no exterior por intermédio de um corretor do país. O mesmo acontece com investidores franceses que hoje buscam, principalmente, por imóveis no Nordeste.

Eles podem se dirigir a uma loja RE/MAX na França e receber auxílio na pesquisa e transação. "A crise na Europa provoca uma espécie de intercâmbio. Investidores de lá compram aqui para diversificar seu risco e investidores do Brasil procuram sua terceira residência fora do país, atraídos pelos bons preços", explica Teixeira. Hoje, os principais destinos dos brasileiros no exterior são os Estados Unidos, Portugal e Espanha. Em sua opinião, o mercado imobiliário ainda tem muito potencial. "Não há nenhum cenário na economia hoje que possa nos direcionar para uma estagnação", acredita, ao afirmar que, com isso, espera registrar uma média de R$ 160 milhões a R$ 180 milhões em vendas/mês em 2011.

*Vide o texto na íntegra no site.

Fonte: Conteúdo Editora

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