RE/MAX na Mídia


Julho.2011 | Gestão & Negócios | Em ritmo acelerado de expansão | Visitar o site

Com o mercado aquecido, o segmento imibiliário ganha destaque e torna-se uma ótima oportunidade para empreender

Já faz algum tempo que a estabilidade econômica tem gerado oportunidades para quem tem como foco ser dono do próprio negócio. Diversos fatores positivos contribuem para esse bom momento, entre eles, a confiança que os outros países têm tido para investir no Brasil, e ainda a facilidade de se conseguir créditos em bancos.

O mercado imobiliário é um dos setores que tem se beneficiado com o desenvolvimento do empreendedor brasileiro. O movimento já revelou um aumento do número de empresas que atuam no mercado de compra, venda e aluguel de imóveis novos, seminovos e usados. E melhor ainda, muitos grupos, nacionais e internacionais, têm optado por promover a sua expansão por meio do sistema de franquias.

No Brasil, atualmente, mais de dez empresas franqueadoras no segmento de construção imobiliária estão associadas à Associação Brasileira de Franchising (ABF). Apesar de ser um segmento novo no sistema de franquias, o mercado imobiliário tem altas expectativas para este ano, com o lançamento de milhares de empreendimentos por todo o País. Segundo a ABF, as redes imobiliárias brasileiras devem crescer 30% no próximo ano. A tendência é do mercado se profissionalizar e acirrar ainda mais a boa concorrência.

Exemplos de sucesso, são as americanas Century 21 e RE/MAX que, em 2010, mantiveram a liderança, com mais de 60 franqueados cada uma, e um crescimento superior às nacionais. As brasileiras não desistiram da corrida. Prova disso, é a Franquia Imóveis que alcançou 24 franqueados e viu o seu faturamento crescer 70% em relação a 2009, atingido R$200 mil.

O grande desafio das franquias brasileiras é procurar fortalecer as suas marcas para enfrentar a concorrência das americanas. De acordo com o diretor- executivo da ABF, Ricardo Camargo, uma das principais dificuldades é esbarrar na experiência e tradição dos planos de negócio que as estrangeiras possuem. “As franquias imobiliárias americanas têm mais verba para fazer eventos e se tornarem conhecidas, não ficando só no eixo RJ-SP”, afirma.

Ao todo, são cerca de 15 as marcas que oferecem a possibilidade de franquias, número promissor, visto que, há três anos, esse segmento nem existia no sistema de franchising. A tendência é o mercado se profissionalizar e acirrar ainda mais a boa concorrência, uma vez que a ABF estima que as franquias imobiliárias brasileiras devam crescer 30% no período.

No caso de imobiliárias, a tendência de crescimento de franquias está mais ligada ao número de franqueados, que de franqueadores. É limitado o número de imobiliárias com fôlego para criar uma plataforma de negócios capaz de atrair adeptos. Por outro lado, milhares de imobiliárias de pequeno e médio portes, novas no mercado ou expressivas no campo restrito à sua abrangência, sofrem com a migração de profissionais para as redes que acenam com sofisticadas infraestruturas de apoio a seus colaboradores e a seus clientes. “Quando se adere a uma franquia, a imobiliária menor ganha espaço, respeito e reconhecimento”, afirma Camargo.

MAS POR QUE AS FRANQUIAS ESTÃO EM CRESCIMENTO?

A resposta está no próprio modelo de franquia. Os empresários estão preferindo investir em negócios já testados, em vez de arriscar em mares não navegados. A procura é melhor nos casos das marcas reconhecidas no e que tenham uma boa reputação e aceitação pelo público consumidor, e ainda, todo o suporte e know-how que as empresas franqueadoras podem oferecer, tais como indicação de planos de negócios.

Outro ponto relevante, é que, nesse segmento de imobiliárias, é comum a intersecção para que as informações multipliquem o banco de dados tanto de imóveis como de potenciais compradores e permita parcerias que acarretam um aumento das oportunidades de fechamento de negócio.

Para os interessados, é importante saber que a implantação de uma franquia imobiliária pode ocorrer por meio da conversão de imobiliárias locais já existentes no mercado ou pela instalação de uma unidade nova. Em qualquer um dos casos, é importante que a lei de franquia seja cumprida pelo franqueador, que deverá entregar a Circular de Oferta de Franquia ao candidato a franqueado.

Para o presidente da RE/MAX International, Renato Teixeira, com a globalização do mercado imobiliário, uma nova tendência surgiu: o investimento internacional em propriedades para agronegócio no norte do Brasil. Além disso, o desenvolvimento do mercado de franquias imobiliárias se deve ainda ao fato de os empresários optarem por investir em um segmento com mais segurança, seja para iniciar ou dar continuidade a um negócio. “Por meio das franquias, há boas perspectivas e o investidor sente que não está sozinho. Acredito que o mercado brasileiro está mais maduro agora para receber o sistema de franchising”, comenta Teixeira.

Ele ressalta ainda, que o crescimento da economia estimulou a construção de mais imóveis. A procura pela segunda residência e imóveis de temporada na região nordeste têm aumentado cada vez mais. “Além disso, a franquia imobiliária internacional, como a RE/MAX, é uma grande oportunidade para que um corretor ou dono de imobiliária internacionalize os seus negócios. Que empresa ou profissional de médio ou pequeno porte tem a chance de se tornar global de uma forma tão rápida e estruturada?”, salienta Teixeira.

AMERICANA QUE CONQUISTOU O BRASIL A RE/MAX

International iniciou a sua operação no Brasil no final de 2009, com uma estratégia agressiva para conquistar a liderança do mercado de franquias imobiliárias no País. Em apenas um ano de atuação, a empresa comercializou mais de 100 franquias, que estão espalhadas por todas as regiões. Atualmente, existem 50 franquias em operação e mais 140 comercializadas.

Fundada nos Estados Unidos por Dave e Gail Liniger, em 1973, período marcado por graves problemas econômicos provocados pela crise mundial do petróleo, a empresa baseia-se em três fundamentos: máximo serviço para o cliente, máxima comissão para o corretor e máxima rentabilidade para o franqueado. “A RE/MAX trabalha com a premissa de que empresa que nasce em contexto de crise, sabe prosperar na crise. Mas para isso, todos têm que ganhar”, afirma Teixeira, presidente e sócio da RE/MAX Brasil.

IDEIA DE SUCESSO

Na década de 1970, Liniger, um agente imobiliário experiente, estava desiludido com os rendimentos como corretor nos Estados Unidos e no resto do mundo. Ele observou que uma boa parte das imobiliárias não era rentável, não apenas pelo custo operacional, mas também por sua incapacidade de reter talentos na área de vendas. Em sua visão, o mercado imobiliário deveria ser baseado na construção de uma rede de negócios, que oferecesse os melhores produtos, com uma forte estratégia de marketing e total apoio aos corretores, a fim de atrair os melhores talentos. A expansão seria baseada na criação de um sistema de franquias que permitisse aos pequenos empreendedores, a oportunidade de criar o seu próprio negócio, com o apoio de uma estrutura consolidada e foco de atuação, no caso, o mercado de imóveis usados/terceiros.

Hoje, a empresa é conhecida como uma das melhores para se trabalhar nos Estados Unidos – mais recentemente foi eleita a Melhor Empresa para se trabalhar em Portugal – e uma das mais agressivas em vendas. De acordo com o ranking de 2009 da Revista Entrepreneur, a RE/MAX está entre as Top 10 franquias de baixo custo.

A ABF divulgou balanço de 2010 apontando que a explosão imobiliária, com um crescimento de 54%, da qual a RE/MAX foi a grande responsável, puxou o desempenho para cima do setor de franquias como um todo. Teixeira lembra que o mercado de terceiros é dominado por pequenas empresas familiares. “Essa situação já está mudando com a entrada das redes de franquias no Brasil, com a RE/MAX à frente desse processo”, prevê.

Ainda de acordo com o presidente da rede, há muito espaço para crescer. “Nos Estados Unidos, um dos maiores mercados do mundo em relação à venda de imóveis, há cerca de 300 milhões de habitantes e, de dois milhões de corretores. No Brasil, estamos com 190 milhões de habitantes e aproximadamente, 150 mil corretores atuantes”, avalia.

No Brasil, a operação da RE/MAX está dividida em escritórios regionais por todo o País, responsáveis por operacionalizar as franquias. Os franqueados têm acesso imediato ao cadastro mundial de imóveis e são treinados pela Universidade RE/MAX, centro de excelência de capacitação profissional exclusivo aos franqueados da rede. Destaque internacional no ramo imobiliário, já está presente de norte a sul do Brasil e, agora, inaugura mais um escritório regional em Brasília.

O sistema criado tem o objetivo de garantir que as franquias aumentem o número de operações. As franqueadas têm a expectativa de retorno sobre o investimento de 18 a 24 meses. A expectativa é que, no prazo de cinco anos, a rede de franquias da empresa no País atinja um volume geral de vendas de R$12 bilhões.

O preço de uma taxa de franquia será a partir de R$25 mil reais (a menor das franquias imobiliárias do País), sem incluir custos de instalação. “Atuamos com foco na padronização da marca, treinamento, qualidade de atendimento e gestão”, explica Teixeira. O perfil ideal do franqueado é o de pessoas que já atuam no setor, por meio de conversão das suas empresas à rede. Pessoas que tenham espírito empreendedor e procuram um novo negócio são potenciais candidatos.

“Para o cliente final, a principal vantagem será consultar qualquer uma das imobiliárias da rede e acessar um banco de dados único (nacional e internacional) de compra e venda, garantindo, assim, a qualidade de atendimento”, finaliza Teixeira.

PRESENÇA MUNDIAL

Considerada a maior franquia imobiliária do mundo, a CENTURY 21, atualmente, conta com um sistema de oito mil franqueados em 73 países, mas apesar de jurídica e financeiramente independentes, todos estão conectados internacionalmente. É dessa forma que a rede possibilita a multiplicação de sua carteira de produtos e permite parcerias em comissões, além do aumento em oportunidades de vendas.

No total, são mais de 120 mil corretores associados por meio do Sistema CENTURY 21 que facilita a aquisição, venda e aluguel de imóveis comerciais e residenciais em qualquer ponto do globo. Desde a sua criação, a companhia é reconhecida por seu sistema operacional que prima pela credibilidade, profissionalismo e a cooperação, visando promover a fidelização de clientes.

No Brasil, a rede começou a sua operação em junho de 2008, com um planejamento audacioso de estruturação do modelo de negócio no País. A empresa já conta com mais de 91 franqueados operando em 19 estados mais o Distrito Federal. A CENTURY 21 possui conceitos baseados na capacidade de oferecer serviços e dar suporte às imobiliárias franqueadas, permitindo um crescimento consistente, manutenção do padrão de atendimento e satisfação dos clientes.

UMA BRASILEIRA

O mercado de franquias imobiliárias não tem domínio exclusivo das estrangeiras, a pioneira brasileira, Franquia Imóveis, começa a marcar presença e faz as honras da casa no segmento.

No mercado há três anos, oferece aos seus franqueados e clientes o que há de melhor e mais atual no mercado imobiliário do Brasil e recentemente, dos Estados Unidos, com a abertura de sua unidade em Miami. Já são mais de 15 unidades abertas no estado de São Paulo e, para quem busca empreender, a rede possui oportunidades de negócios e o compromisso de diminuir a distância entre o comprador e o seu imóvel, com assessoria necessária para a aquisição.

Para ter uma ideia, a rede cresceu cerca de 67%, entre o ano de 2009 e o mês de outubro de 2010. Tudo isso é reflexo de um sistema que atua com excelência, priorizando as melhores oportunidades, condições e, sobretudo, o respeito com seus clientes, auxiliando os mesmos na busca pelo imóvel ideal.

Associada à Franchising Ventures, holding especializada no segmento, que possui a participação (total ou parcial) de dez empresas (Livraria Nobel, Café Donuts, Franquia Imóveis, Zastras Brinquedos, Nobex, Flórida Center, Sapataria do Futuro, Costura do Futuro, Lavanderia do Futuro e Chaves do Futuro), o associado recebe a estrutura de uma empresa que possui, atualmente, cerca de 500 unidades, dentro e fora do País.

Fonte: Gestão & Negócios

Essa publicação também foi feita na Revista Gestão & Negócios - edição de Julho/2011, páginas 30 a 33.

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